Patrões recusam austeridade. Reequilibrar as contas não é a prioridade, dizem

O Conselho Nacional das Confederações Patronais pede ao Governo que aprove um Orçamento do Estado para 2022 cuja preocupação central não seja o reequilíbrio das contas públicas. É preciso mais despesa estrutural e mais investimento, defendem os patrões.